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SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO
SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO

 

 

 

 

 

MAPA DO SISTEMA INTERLIGADO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

FURNAS

FURNAS conta com um complexo de onze usinas hidrelétricas e duas termelétricas, totalizando uma potência nominal de 9.919 MW. Entre os destaques está o primeiro projeto do Setor Elétrico Brasileiro desenvolvido em parceria com a iniciativa privada: a Usina de Serra da Mesa, localizada no Município de Minaçu, em Goiás.

 

Veja a relação de usinas de FURNAS.

Usinas Hidrelétricas:

Usina de Corumbá - 375 MW
Usina de Funil - 216 MW
Usina de Furnas - 1.216 MW
Usina de Itumbiara - 2.082 MW
Usina de Luiz C. B. Carvalho (Estreito) - 1.050 MW
Usina de Manso - 212 MW
Usina de Marimbondo - 1.440 MW
Usina de Mascarenhas de Moraes (Peixoto) - 476 MW
Usina de Peixe Angical - 452 MW
Usina de Porto Colômbia - 320 MW
Usina de Serra da Mesa - 1.275 MW

 

Usinas Termelétricas:

Usina de Campos - 30 MW
Usina de Santa Cruz - 775 MW

 

Como a energia elétrica é transmitida no Brasil
As usinas de energia elétrica são, geralmente, construídas longe dos
centros consumidores (cidades e indústrias) e é por isso que a eletricidade
produzida pelos geradores tem de viajar por longas distâncias, em um
complexo sistema de transmissão.
Ao sair dos geradores, a eletricidade começa a ser transportada através de
cabos aéreos, revestidos por camadas isolantes e fixados em grandes torres
de metal. Chamamos esse conjunto de cabos e torres de rede de
transmissão. Outros elementos importantes das redes de transmissão são
os isolantes de vidro ou porcelana, que sustentam os cabos e impedem
descargas elétricas durante o trajeto.
No caminho, a eletricidade passa por diversas subestações, onde aparelhos
transformadores aumentam ou diminuem sua voltagem, alterando o que
chamamos de tensão elétrica. No início do percurso, os transformadores
elevam a tensão, evitando a perda excessiva de energia. Quando a
eletricidade chega perto dos centros de consumo, as subestações diminuem
a tensão elétrica, para que ela possa chegar às residências, empresas e
indústrias. A partir daí, os cabos prosseguem por via aérea ou subterrânea,
formando as redes de distribuição.
Depois de percorrer o longo caminho entre as usinas e os centros
consumidores nas redes de transmissão, a energia elétrica chega em
subestações que abaixam a sua tensão, para que possa ser iniciado o
processo de distribuição. Entretanto, apesar de mais baixa, a tensão ainda
não é adequada para o consumo imediato e, por isso, transformadores
menores são instalados nos postes de rua. Eles reduzem ainda mais a 
voltagem da energia que vai diretamente para as residências, o comércio,
as empresas e indústrias.
As empresas responsáveis pela distribuição também instalam em cada local
de consumo um pequeno aparelho que consegue medir a quantidade de
energia por eles utilizada. A medição é feita por hora e chamamos de
horário de pico o momento em que uma localidade utiliza maior quantidade
de energia elétrica. Nos centros urbanos, o horário de pico se dá por volta
das 18 horas, quando escurece e, normalmente, as pessoas chegam do
trabalho acendendo as luzes, ligando os condicionadores de ar e a televisão
e tomando banho com a água aquecida por chuveiros elétricos.
Podemos observar que o consumo de eletricidade varia de acordo com a
estação do ano e com a região do país, dependendo do nível de
luminosidade e do clima, entre outros fatores.
Sistema Interligado Nacional (SIN)
O sistema de transmissão brasileiro, considerado o maior do mundo, é
controlado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que conta
com a participação de empresas de todo o país, trabalhando de forma
interligada.
A Eletrobras possui mais da metade das linhas de transmissão do Brasil e
tem participado ativamente da expansão do Sistema Interligado Nacional
(SIN). O SIN, formado basicamente por empresas de geração, transmissão
e distribuição do país, permite o intercâmbio de energia elétrica entre as
diversas regiões brasileiras. 
Isso significa que a eletricidade que chega até a sua casa pode ter viajado
centenas ou milhares de quilômetros em linhas de transmissão. Além disso,
pode ter sido gerada por diferentes usinas ao longo do ano.
Apesar de o SIN abastecer a maior parte do país, alguns sistemas menores
e isolados também são utilizados, principalmente nas regiões Norte e
Nordeste. Os sistemas isolados geram a energia que vai ser consumida
apenas em uma determinada localidade ou até mesmo por uma só
indústria. 

  

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